Historia da poesia popular portugueza

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Typographia Lusitana, 1867 - Всего страниц: 221
 

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Стр. 88 - Roldão meu tio carnal, Alcaide mor de Paris, Minha terra natural. Gayfeiros, senhor do campo, Não tem com quem pelejar; Cheio de grande alegria Melisendra foi buscar: «Ai, se vens ferido, esposo, E que ferido hasde estar? Eram tantos esses mouros, E tu só a batalhar! Mangas da minha camiza Com ellas te heide pençar: Toucas da minha cabeça Faxas para te apertar.
Стр. 45 - Acima, acima, gajeiro, Acima ao tope real! Olha se enxergas Espanha, Areias de Portugal. — Alvíssaras, capitão, Meu capitão general! Já vejo terras de Espanha, Areias de Portugal; Mais enxergo três meninas Debaixo de um laranjal: Uma sentada a coser, Outra na roca a fiar, A mais formosa de todas Está no meio a chorar. — Todas três são minhas filhas, Oh! Quem mas dera abraçar! A mais formosa de todas contigo a hei-de casar. — A vossa filha não quero, Que vos custou a criar.
Стр. 98 - Esta terra sei que é minha, Mas eu não a conhecia; Na minha terra, senhor, Cantam gallos á porfia, Ladram cães, repicam sinos Logo ao despontar do dia. Assombrado o sarraceno Do que do christão ouvia, Sem mais pergunta fazer-lhe Da corrente o desprendia. — Ergue-te, christão, perdoa-me Todo o mal que eu te fazia ; Até hoje eras meu escravo, Teu escravo sou n'este dia!
Стр. 113 - Tocam n'os sinos na sé... Ai Jesus! quem morreria? Responde o filhinho ao peito, respondeu— que maravilha! —Morreu, foi a nossa infanta pelos males que fazia.
Стр. 120 - O certe necessarium Adae peccatum, quod Christi morte deletum est. O felix culpa, quae talem ac tantum meruit habere Redemptorem.
Стр. 192 - Remando vão remadores barca de grande alegria; o patrão que a guiava, Filho de Deus se dizia. Anjos eram os remeiros, que remavam à porfia; estandarte de esperança, oh quão bem que parecia!
Стр. 75 - Nos portos de mal passar. Deitam sortes á ventura A qual o ha de ir buscar. Que ao partir fizeram todos Preito, homenagem no altar, O que na guerra morresse Dentro em França se enterrar. Sete vezes deitam sortes A quem no hade ir buscar ; Todas sete lhe cahiram Ao bom velho de seu pae.
Стр. 2 - Quem não ha de estuv dal-a? estender a mão para sentir as pulsações latentes do coração da humanidade? escutar as harmonias do mundo através d'esta harpa animada, em que ressoam todas as alegrias e tristezas do poema da vida?
Стр. 19 - Que os que troban quand'a frol sazon A, e non ante, se deos mi -perdon Non am tal coyta qual eu ey sen par. Ca os que troban, e que s'alegrar Van, en...
Стр. 77 - Esse cavalleiro, amigo, Morto está n'esse pragal, Com as pernas dentro d'agua, O corpo no areal. Sete feridas no peito A qual será mais mortal: Por uma lhe entra o sol, Por outra lhe entra o luar, Pela mais pequena d'ellas Um gavião a voar.

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